Abertas as inscrições para o Desafio Universitário de Nautidesign.

20/03/2017 20:35

duna2017

Fonte: Divulgação, DUNA.

Anualmente desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina – Campus Tecnológico de Joinville, o DUNA que já conta com sua 5. ª edição divulga a ficha de inscrição para os interessados em compor o desafio deste ano. Lembrando que o prazo para as inscrições está delimitado até o dia 14 de abril.

O desafio deste ano também englobará a categoria open, destinada aos estudantes formados, colaboradores da indústria naval, nautimodelistas e aspirantes que desejam integrar-se na competição.

Para acessar a ficha de inscrição, ler o edital e acompanhar mais os detalhes, você pode acessar o site do DUNA aqui, ou (www.oficialduna.com).

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Engenharia Naval, um oceano de possibilidades! ♥

 

“De julho a dezembro de 2017, a meta é contratar 1,2 mil.” Afirma Harro Burmann, CEO da Atlântico Sul.

25/11/2016 11:57

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Foto: Anderson Fetter / Agencia RBS

Recentemente em entrevista ao Zero Hora para o evento Fórum Respostas Capitais, do grupo RBS. Harro Burmann, gaúcho, CEO do estaleiro Atlântico Sul, afirmou que de julho a dezembro do ano que vem tem meta de contratar 1,2 mil funcionários.

Responsável por reestruturar e manter em atividade o estaleiro, Harro chegou a reduzir sua equipe com um quadro de 7 mil funcionários para 2,5 mil quando o pais ainda não havia entrado em recessão. Agora com a equipe estruturada, está contratando.

Ele diz que para o setor naval, o importante é ser produtivo. Desde que assumiu o estaleiro confrontou-se com o desafio de fazer a fábrica progredir e pagar os custos do passado. A produção naval é medida através de horas-homem, iniciar o processo de excelência em fábrica, baseando-se em práticas de melhoria contínua de produtividade e construindo mais em menos horas é um grande destaque de um estaleiro.

Veja abaixo duas perguntas realizadas à Harro, por Paulo Menzel, diretor da Intelog e Vilson Noer, presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV).

 

Qual sua visão sobre a capacidade do Brasil e do mundo para a produção de navios de cabotagem?

Visão sobre o mundo, não tenho ainda. Sei sobre a visão de um cliente, que quer vir para cá e movimentar bauxita. Até agora não precisei vender navios, são os caras que me compram. Sei que as empresas ganham dinheiro aí. Não é transportando óleo. O grande transporte é de minério. Esse é o próximo passo. Em cabotagem, o que o nosso pessoal está vendo como bom caminho é o estímulo à produção de navios. Mas hoje ainda não é competitiva.

 

Como podemos reduzir o desemprego no país sem deixar de lado a produtividade?

Estamos contratando. Em 2014, vimos que aquele não era o número de funcionários. Fizemos um plano focado em três comunidades, para terem bom plano de saúde, transporte de qualidade. Na época, diziam que o país estava uma maravilha, mas víamos que não era. Enxergamos dificuldades em nossos clientes e sabíamos que algo estava errado. Aprendi que nunca se deve colocar os ovos na mesma cestinha. Nem todos os setores vão estar em crise. Aqui, qual é o plano? Para que lado vamos crescer? No Brasil, é cada um por si e Deus por todos. Acho que estou fazendo minha parte pelo país. Falta um plano para entender os movimentos de mercado. E cada um deve fazer seu tema de casa. Não é fácil demitir. Mas falta um plano para o país. Quem tem mais empresas consegue fazer algo diferente. As federações talvez não consigam fazer esse movimento. Na produção, é preciso observar. O modelo Toyota de produção nasceu assim. Gerenciei fábricas em 35 países. Montei fábrica na Índia. Fechei fábrica em Paris, foi chique (risos). Máquina é tudo igual. Processos, melhor é desenvolvê-los, mas se não der, pode-se comprar. Meu pessoal é diferente porque tem religiosidade. Estou aprendendo a gerenciar esse fator. Todo os dias, antes de começar a trabalhar, a gente faz ginástica e reza.

Para visualizar a entrevista na íntegra, você deve acessar este link.

 

Engenharia Naval, um oceano de possibilidades! ♥

Portos devem receber R$ 20 bilhões em investimentos até o ano de 2018.

17/11/2016 22:18

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Fonte: Divulgação. Porto de Santos.

 

Nesta quarta-feira (16), o Ministro dos transportes, portos e aviação civil, Maurício Quintella Lessa, anunciou o plano de investimento do Governo no valor de R$ 20 bilhões até o fim do ano de 2018 e, que o setor portuário pode gerar investimentos superiores a R$ 40 bilhões nos próximos 25 anos através de prorrogação de contratos e instalação de terminais de uso privado (TUPs), para estimular o setor. “Se tudo se efetivar, o setor portuário pode ter investimentos de R$ 40 bilhões a longo prazo”, afirma ele.

A próxima etapa, segundo o Ministro é apresentar propostas para desburocratizar e acelerar a análise para autorização de investimentos no setor portuário. Com a renovação antecipada dos contratos, surge a possibilidade de mais investimentos nos terminais no curto prazo, além de propiciar segurança jurídica e garantia de benefícios para estes, em longo prazo.

Superando desafios impostos pela atual situação econômica do Brasil, observa-se que a euforia naval brasileira está se consolidando progressivamente. Com respaldo de empresários brasileiros e de multinacionais de diferentes segmentos da indústria se evidencia o potencial de negócios do mercado brasileiro e o manifesto da defesa de que o país continua atraindo o interesse internacional.

Fonte: Portos & Navios e Portal Brasil.

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